Ouça Agora
Enquanto o novo álbum não sai, escute o EP “Me Enveneno de Azul”. Lançado em 2006, este é o último registro de estúdio do Abaixo de Zero, contendo 5 faixas autorais inéditas.

BIOGRAFIA
Quatro EPs, 20 músicas e mais de 150 shows em dez anos de carreira totalmente independente. Este é o Abaixo de Zero, banda niteroiense de rock autoral em português, formada por Cadé Marino, Guilherme Mattoso, Vinícius Terra e Leonardo Spinardi.
Com o nome inspirado no livro Less Than Zero, de Bret Easton Ellis, o grupo construiu uma sonoridade calcada no rock alternativo dos anos 80 e 2000. São melodias que nascem de um inconsciente recheado de R.E.M., The Cure e U2, atravessam o peso de Foo Fighters, The Strokes e Bloc Party e deságuam em um arquipélago sonoro habitado por referências como Ash e The Killers.
Essa combinação levou a banda a importantes casas e festivais do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, passando por palcos como Casa da Matriz, Teatro Odisséia, Circo Voador, A Obra, em Belo Horizonte, e Tom Brasil, em São Paulo — e dividindo noites com bandas como Leela, Ramirez, Moptop, Detonautas, Ludov e Los Hermanos.
Depois de uma longa pausa, o Abaixo de Zero está de volta com a formação que consolidou a identidade da banda, agora reforçada pelo guitarrista Luis Formel. E com um objetivo ambicioso: registrar as outras 20 músicas que ficaram pelo caminho em um álbum duplo, provisoriamente intitulado Por que sonhamos mais quando estamos de férias?.
Um disco cheio de verdade e imperfeição, que fala sobre aquilo que nasce quando a rotina abre uma fresta.





DISCOGRAFIA
Em 10 anos de carreira (1998-2008), o Abaixo de Zero gravou 4 EPs, com um total de 20 músicas:

ME ENVENENO DE AZUL (2006)
Produzido, gravado, mixado e masterizado por Clower Curtis, no Estúdio Mills, em Santa Teresa, no Rio de Janeiro, entre julho e setembro de 2006. Violão de 12 cordas (faixa 3), backing vocals (todas as faixas, exceto faixa 1) e assistência de produção por Mike Vlcek. Teclados e sintetizadores por Fabrizio Iorio (faixas 2 e 3). Trompete por Felipe Sant’Anna e trombone de vara por Vitor Tosta (faixa 3),

POEIRA ESTELAR (2003)
Gravado por Perazzo, no Plano D Studio, em Botafogo, no Rio de Janeiro, entre setembro de 2002 e fevereiro de 2003. Mixado por Marcos Henrique Sketch (Piano Rhodes em “Casa de Praia” e masterizado por Rodrigo Brandão. Arte da capa (quadro “O Devir”), gentilmente cedida por Cyntha Cavalcanti.

MAS PARA ONDE FOI O MAL (2001)
Gravado por Perazzo, no Plano D Studio, em Botafogo, no Rio de Janeiro, em agosto de 2001. Masterizado por Rodrigo Brandão.

PASSAPORTE (1999)
Gravado, mixado e masterizado por Kakao Figueiredo, no KKO Studio, em Icaraí, Niterói, entre julho e agosto de 1999.
INTEGRANTES
O Abaixo de Zero é formado por:
CADÉ MARINo
Voz e guitarra
1981 – Itaipu – Vasco – Arquitetura – 80s

GUILHERME MATTOSO
Baixo e baking
1979 – Ingá – Flamengo – Jornalismo – Britpop – Bossanova

vinícius terra
Guitarra
1982 – Tijuca – Flamengo .

LUIS PENETRA
Guitarra, baixo e voz
1983 – Icaraí – Flamengo – Design – Oasis – Radiohead

LEONARDO SPINARDI
Bateria
1981 – Icaraí – São Paulo – Jornalismo – Desenho – Ash – The Killers.

LINHA DO TEMPO
Pare, respire e embarque nessa viagem no tempo pela história ano a ano do Abaixo de Zero.

maio. André e Spinardi, velhos conhecidos dos tempos de Cultura Inglesa se reencontram através do amigo Leozinho e começam a ensaiar músicas instrumentais, somente guitarra e bateria.
julho. Spinardi viaja para Angra em um passeio do colégio. Inspirado pelo visual da Usina Nuclear, decide dar um nome ao seu projeto: Usina. Curiosamente, Mattoso, seu amigo de sala, também estaria nessa viagem, mas sem imaginar que mais tarde estaria entrando na banda.
agosto. Atomic Heads, primeira banda do Mattoso e Paulo Junkie Food acaba.
1997 – dias e dias só pensando em você
maio. André e Spinardi, velhos conhecidos dos tempos de Cultura Inglesa se reencontram através do amigo Leozinho e começam a ensaiar músicas instrumentais, somente guitarra e bateria.
julho. Spinardi viaja para Angra em um passeio do colégio. Inspirado pelo visual da Usina Nuclear, decide dar um nome ao seu projeto: Usina. Curiosamente, Mattoso, seu amigo de sala, também estaria nessa viagem, mas sem imaginar que mais tarde estaria entrando na banda.
agosto. Atomic Heads, primeira banda do Mattoso e Paulo Junkie Food acaba.


1998 – “essas imagens eu quero guardar”
março. Volta às aulas. André e Spinardi recomeçam com os barulhentos ensaios no quarto do baterista. Os vizinhos do edifício Montmartre já não agüentam mais as músicas que agora passam a ter letras.
abril. A Usina começa a ser levada a sério. Cavalieri entra na banda tocando teclados. Spinardi e Pablo Gisbert começam seu brain storming para a composição de letras como “Um Brinde no Jardim” e “Caos”.
julho. Mattoso e Paulo se juntam com Gilberto e Gaúcho, amigos de outra escola. Os quatro mais Spinardi começam a ensaiar apenas músicas da Legião Urbana. O projeto se chama Omnia Vincit. A banda faz três shows e acaba.
outubro. Pablo Gisbert abandona a idéia de entrar em uma aula de contra-baixo. Spinardi convida Mattoso e o núcleo do Abaixo de Zero finalmente está formado. A banda faz seu primeiro show na praia de Piratininga, em Niterói e depois outro pocket show em uma festa no Bedrock (antiga boate roqueira de Niterói). A Usina encerra suas atividades.
1999 – “você tem que reagir”
fevereiro. André, Cavalieri, Mattoso e Spinardi decidem reformular as propostas musicais do grupo. Nasce o Abaixo de Zero. O nome é sugerido por Spinardi. Não muito diferente da Usina, a nova banda resolve apostar em um som cru, 100% inspirado na temática oitentista.
maio. Nessa época, D’angelo Cossil já barbariza no mundo do heavy metal. Sua banda, o Aasimon, tem CD-demo, faz shows e mais shows e é destaque entre os metaleiros cariocas. D’angelo é incontrolável: pratica pequenos vandalismos, fatura as garotinhas do bairro e é até expulso da escola.
julho. O Abaixo de Zero começa a gravar seu début. Com sete músicas, Passaporte é o primeiro registro de estúdio do grupo. Sem muita experiência, o quarteto não consegue atingir seu objetivo.
agosto. A banda encerra suas gravações, mas não emplaca. André, ainda estudando para o vestibular, decide dar um tempo (não por vontade própria) e se dedicar somente aos estudos.
outubro. Mais “alternativos” do que nunca, Spinardi e Mattoso começam a amaciar seus ouvidos ao som de Belle & Sebastian, Lemonheads, James Iha e Travis.


2000 – “essa é minha verdade”
março. depois das férias, a banda volta a ensaiar e se prepara para futuros shows nos inferninhos da cidade. É no começo do ano 2000 que o Abaixo de Zero realmente nasce como uma banda.
março. Paulo Junkie Food entra no Abaixo de Zero como músico de apoio. Sua guitarra inventiva começa a fazer efeito nas músicas.
maio. Ironicamente, o grupo faz seu primeiro show em uma “festa de 15 anos bem rock n’ roll”, no Condomínio Ubá Terra Nova, na Região Oceânica de Niterói.
junho. Cavalieri falta os ensaios, não cria e ainda por cima curte ouvir coisas díspares como Scorpion e Winger, nada condizentes com a proposta da banda. Após algumas discussões (a ponto de sair na porrada com Spinardi na porta de uma boate), o tecladista deixa o Abaixo de Zero de forma bem traumática. Paulo Junkie Food, sem ser consultado, é efetivado.
julho. Show histórico no DCE da UFF. O Abaixo de Zero participa de um show com mais cinco bandas loucas – uma delas o Aasimon do D’angelo – em um teatro lotado de headbangers. A banda inexplicavelmente consegue arrancar aplausos e sai ovacionada do palco.
agosto. O Abaixo resolve lançar um K7 com as melhores músicas do nefasto “Passaporte”, canções ao vivo, inéditas e uma bela versão new wave de “O Triste Fim de Alice”, executada por Paulo Junkie Food. A demo com o rosto do Morrissey na capa é distribuída gratuitamente nos shows.
setembro. A banda quase perde seu baixista. Mattoso, por pouco, não morre fazendo uma escalada em Itacoatiara, Niterói. Mesmo com machucados, faz uma apresentação com a banda e depois vai direto para o hospital e fica uma semana de cama.
outubro. O quarteto faz seu primeiro show no Rio de Janeiro, no Black Night Blues Bar, na Tijuca.
novembro. A maré de baixo astral continua junto do grupo. Spinardi e Pablo Gisbert sofrem um acidente de carro em Itaipu, Niterói. Por pouco não partem dessa para uma melhor. Ambos saem bem, sem maiores ferimentos.
dezembro. Por fim, André fecha com chave de ouro a sucessão de sustos: através de uma mórbida coincidência, um jovem chamado André, guitarrista de uma banda de rock, vizinho do também André, do Abaixo de Zero, morre assassinado. Através de uma infeliz comunicação via telefone todos ficam estarrecidos com a notícia, mas depois tudo é esclarecido.
2001 – “então olhe para o céu”
maio. A banda faz um show no bar Convés em Niterói e conhece os cariocas do Netunos, futuros amigos e ponte para outras parcerias com bandas como a Onno, Leela, Canvas, Supernova e Nabuco on the Roxy entre outras.
julho. Começam os ensaios e a pré-produção de “Mas Para Onde Foi O Mal?”, futuro EP contendo três canções inéditas. As reuniões, no Out! Estúdio, de Paulo Junkie Food, são exaustivas, mas a banda consegue condensar suas idéias e começar as gravações.
agosto. Mais shows pelo Rio de Janeiro. A banda definitivamente atravessa a Ponte seguindo o circuito de shows nos inferninhos cariocas como Casarão Amarelo, Kachanga e lugares do tipo.
setembro. O grupo apresenta-se em Magé e curiosamente faz um show histórico com o público bastante animado, boa estrutura de som e muita cerveja.
outubro. Terminam as gravações de “Mas Para Onde Foi O Mal?”. Em seguida o trabalho é masterizado por Rodrigo Brandão. O pré-lançamento acontece no extinto Acorde FM Pub, em Niterói.


2002 – “Você me traz o sonho”
janeiro. A banda começa o ano bem fazendo um show histórico no festival Quase Famosos, no Dabliu Bar, em Ipanema.
maio. O trabalho de divulgação do EP “Mas Para Onde Foi O Mal?” consegue destaque na mídia alternativa, além de citações em grande veículos como O Globo, Jornal do Brasil, nos sites Senhor F e Modular Magazine e nas rádios Cidade FM e Viva Rio AM.
julho. Durante dois domingos seguidos, o Abaixo de Zero apresenta-se na Cobal Humaitá, no evento “Chá das 5”, série de shows acústicos capitaneados pelo quarteto e com a participação especialíssima das bandas Canvas, Lasciva Lula, Netunos e Onno.
julho. Insatisfeito e cansado do rock, Paulo Junkie Food deixa a banda e resolve dedicar-se somente ao seu projeto pessoal e à faculdade de história.
outubro. D’angelo Cossil, agora sem banda e experimentando sons como Smiths, Radiohead e Manic Street Preachers, entra no Abaixo de Zero substituindo Paulo.
dezembro. O Abaixo de Zero encerra as gravações do novo EP, que passa a se chamar Poeira Estelar. Do Plano D Estúdio, o grupo parte para a mixagem com Marcos Sketch, que começa a operar verdadeiros milagres em seu computador.
2003 – “nós também somos poeira estelar”
fevereiro. Enquanto o verão carioca é tomado por uma nostalgia samba-rock, o Abaixo de Zero ainda mantém-se trancado no estúdio preso às seções do EP.
julho. O processo de mixagem do EP chega na reta final. Os quatro adzs fazem algumas visitas ao home-studio do Marcos Sketch para acertar os detalhes finais
setembro. Após muito suor, o terceiro registro, Poeira Estelar, sai do forno. O grupo cria o encarte, o novo site e o material de divulgação.
outubro. Após uma desconfortável espera a banda apresenta-se na boate Bunker 94, em Copacabana. O clássico reduto alternativo/mix da cidade maravilhosa recebe muito bem o grupo que se apresenta juntamente com o reverse.


2004 – “e quem como eu chama o medo de amor?”
março. Com a boa receptividade do EP “Poeira Estelar”, o Abaixo consegue uma agenda de shows recheada ao longo do ano. O primeiro deles é no Espírito das Artes (Cobal Humaitá) com Canvas e Ramirez.
maio. A banda faz o “Chá das Cinco 2” com Kyf, Moptop, Seres e Pic Nic.
junho. O primeiro show fora do estado chega em grande estilo. Os adzs estrearam em São Paulo no palco da Funhouse na festa Delicious.
agosto. O projeto “Álbum”, idealizado pelo Melvin (Carbona, Hill Valleys etc), conta com uma série de shows onde as bandas tocam um disco inteiro de um determinado artista. O Abaixo participa do evento na Casa da Matriz tocando “It’s a shame about Ray”, do Lemonheads, na íntegra. Show histórico não registrado.
setembro. A banda ruma novamente pra São Paulo e participa da festa da extinta revista Zero, na Outs.
2005 – “eu sei que eu deixei você mudar as fotos de lugar”
janeiro. A banda termina 2004 com quase 30 shows (um feito para uma banda independente) e para 2005 promete quebrar essa marca.
fevereiro. O grupo entra em estúdio para fazer a pré-produção do novo disco (full com 12 músicas) sem abrir mão dos shows.
março. O festival Rock Me aporta no recém inaugurado Circo Voador e a banda participa de uma das datas junto com Canvas, grandprix, Supertrumpho, MCs De Leve & Shaolim e Los Hermanos. Com a casa lotada (cerca de três mil pagantes) o Abaixo faz um dos mais importantes shows de sua história.
abril. Primeiro show em Minas dentro do projeto Quinta do Bloco, no Bar Cultural, em Juiz de Fora.
junho. O underground carioca fica bastante movimentado com o surgimento de festas periódicas como os shows na Prelude (Rockfest), Teatro Odisséia (Laboratório Pop), Baratos da Ribeiro (Mosh!) e os eventos da C4ttre Music. Em Niterói surge o Araribóia Rock, que também faz a “cena” se movimentar.
julho. Começam a rolar uns estresses com D’angelo. O guitarrista passa a faltar os ensaios e apronta poucas e boas com os demais adzs. Após inúmeras conversas o guitarrista decide largar o grupo, se muda para o interior do estado e passa a morar com a namorada e o filho. Apesar dos desentendimentos, todos ainda são amigos e mantêm contato.
agosto. Vinícius Terra (também chamado de Vi), grande amigo da banda, imediatamente é convidado para substituir D’angelo. Vi já conhecia as músicas e acompanhara o Abaixo como roadie em shows. A adaptação é rápida e em pouco tempo o novo guitarrista passa a fazer os shows com o grupo.
novembro. O Abaixo de Zero participa da festa da Laboratório Pop e aproveita a ocasião para lançar seu DVD promocional ao vivo (produzido pelos amigos da produtora Xtreme), com registro de shows, bastidores, entrevista com os músicos e fotos.


2006 – “abre o peito e algo se vai”
janeiro. Recomeçam os ensaios para fechar o repertório do disco. A princípio se tem a idéia de fechar o repertório com 12 faixas. Os ensaios rolam na casa do Cadê, em Itaipu, em Niterói.
fevereiro. A banda participa das seletivas do MADA 2006, no Teatro Odisséia.
abril. O Abaixo toca pela segunda vez em Juiz de Fora, no Café Muzik, a convite da banda Dois Gumes. O quarteto também sobe a serra e se instala no chalé dos Queirós Mattoso, em Mury (Nova Friburgo), para mais ensaios.
junho. O disco com 12 faixas passar por uma dieta e vira um EP com cinco músicas. Os adzs fecham a produção do trabalho com o produtor Clower Curtis e tem Mike Vlcek como assessoria e co-produção com a banda.
julho. O grupo entra no Estúdio Mills, em Santa Teresa e começa a gravação do novo EP. As músicas escolhidas foram: “Barcelona”, “Deixa”, “Quanto é Mais”, “Me Levar” e “Ela Vem”.
agosto. Terminam as gravações do novo trabalho. Os adzs também se apresentam no festival Laboratório Pop – O Novo Rock do Brasil.
setembro. A banda passa por duas eliminatórias e se apresenta no Festival B de Banda, promovido pelo Jornal do Brasil.
novembro. Lançamento do EP “Me Enveneno de Azul”, na Melt
.
Trajetória e Sucessos de Abaixo de Zero
Esta seção apresenta estatísticas marcantes, revelando dados essenciais sobre nossa carreira e impacto no cenário.
150
Shows Realizados
Apresentações memoráveis em palcos de todo o circuito nacional.
250K
Ouvintes Mensais
Fãs engajados curtindo nossas faixas nas principais plataformas.
15
Anos de Estrada
Dedicados à música autoral, ensaios intensos e produções marcantes.
50
Cidades Visitadas
Levando nossa energia única para públicos por todo o país.



